16 de Outubro
Eu estava lá, em 1982, no Cine Karim (110/111 sul), aos 10 anos de idade assistindo TRON, que iria me marcar pelo resto da vida. Definitivamente, Top 10 nos filmes que mais me impressionaram e estimularam minha imaginação, cuja trilha sonora inesquecível revisitei várias vezes em LP, e que após o advento do videocassete caseiro, revi muito. (Obs: juro que só depois de virar fã de Babylon 5 me dei conta e que Bruce Boxleitner, o Capitão Sheridan das temporadas 2 a 4, era o próprio Tron/Alan Bradley, e que TRON ainda por cima tinha também o Peter Jurasik, Londo Mollari, no papel de Crom!)
Não poderia, então, depois de esperar 28 anos, deixar de também ir ver TRON: LEGACY nos cinemas em 2010, e também revê-lo várias vezes na TV por assinatura, bem como no Streaming, além de ouvir infindáveis vezes sua trilha sonora. Pois além de reviver o filme original com os devidos personagens, ainda teve o maravilhoso acréscimo de Olivia Wilde.
Assim, não poderia ser diferente agora com TRON: ARES, que sim, gostei bastante, sendo um filme digno da franquia e que nada deve em termos de FX a trilha sonora, e nem mesmo de argumento e roteiro, considerando a premissa fantasiosa e narrativa meio "videogame" típica da franquia.
Mas há uma coisa que não tem como não deixar de reclamar: cadê o Bruce Boxleitner?! O melhor dizendo, CADÊ O TRON?! Sim! Por que Tron é o nome do personagem deste ator, que já foi subaproveitando em TRON: LEGACY, embora com a promessa de maior destaque num próximo filme. E quanto finalmente, chega, 15 anos depois, não só não temos o retorno dos ótimos personagens de Sam Flynn (Garrett Hedlund) e Quorra (Olivia Wilde), que ao menos foram citados, mas sequer temos o personagem título da franquia cuja existência é absolutamente omitida, junto com a de seu contraparte humano Adam Bradley.
Como disse um ótimo vídeo do Central Pandora, "TRON sem Tron é golpe!"
Pra piorar, temos o mau e velho problema Jared Leto. Não! Nada tenho contra o ator, pelo contrário! Sou dos poucos que gostou não só do seu Coringa em Esquadrão Suicida (2016) como até mesmo de Morbius (2022), aliás. Acho que ele está ótimo como Ares e rejeito especialmente as estúpidas críticas quanto a sua inexpressividade, visto que isso é uma demanda do personagem!
O problema é que existe um hate generalizado contra o ator, por diversos motivos, e muitos odeiam por antecipação qualquer filme que o tenha como astro. Assim, já foi uma escolha delicada escalá-lo, mas somado a omissão completa e injustificada de Tron/Adam Bradley (Bruce Boxleitner sequer foi cogitado) fica difícil defender o filme, apesar de no geral ele ter me satisfeito por seus méritos intrínsecos.
Tivéssemos Tron e Adam Bradley em cena, nem que fosse em pontas discretas como já o foi em TRON: LEGACY, o filme ganharia formidavelmente em popularidade. E se tivéssemos ao menos pontas de Sam Flynn e Quora, e um melhor aproveitamento de Gillian Anderson, chegaria as raias da perfeição.
Ainda assim, fico feliz que a franquia ainda esteja viva, e não adianta fazer esse fatalismo estúpido de que Jared Leto afundou a franquia e toda essa palhaçada de crítico rabugento que não sabe a diferença entre a arte e seu próprio mau humor. TRON continuará vivo, mesmo que ainda demore décadas para uma nova edição, afinal, não é qualquer franquia cujos filmes são lançados de forma tão espaçada (1986, 2010, 2025), se a próxima vier em 2055, nem será tão anômalo. E de quebra, ainda temos a série animada TRON: UPRISING (2012) com mais de 7 horas de estória e passado inteiramente dentro do GRID (o mundo virtual), além de vários curtas, em especial TRON: THE NEXT DAYS (2011) passado inteiramente fora do Grid, e onde podemos ver Bruce Boxleitner e até Dam Shor, o Ram do primeiro filme.
E isso sem contar os videogames!
Viva TRON! Que sempre me levará de volta àquela maravilhosa experiência em 1982.
Facebook 9 de Outubro YouTube
Mais uma do maior Império Terrorista da história da humanidade. Há quase meio século, 73 civis de Cuba, Guiana e Coréia de Norte foram mortos por terroristas venezuelanos a serviço da CIA, sem qualquer propósito militar tático, apenas pressionar o Governo Castro, satisfazendo, então, a definição perfeita de "Atentado Terrorista". Apesar de alguns terem sido presos e processados, todos fugiram pros EUA e o principal responsável, que passou o resto da vida praticando outros atentados contra civis cubanos, jamais foi punido.
"Ataque resultou na morte de 73 pessoas e foi idealizado por agentes da CIA que visavam desestabilizar o governo de Cuba."
1° de Outubro
Sabe qual a melhor resposta à crise do metanol no álcool? PARAR DE BEBER!