15/07/14

Terceiro Esboço de uma FILOSOFIA DO CAOS
21/12/14
Invertendo a Igualdade
18/12/14
Desleitura Feminista em Christine de Pizan
01/12/14
ESTUPRISMO
18/11/14
Disputa Semântica
18/11/14
Por que VEJA odeia o PT?
06/11/14
Estuprando Números
11/09/14
rePensando o Feminismo
19/08/14
A Fundação do Feminismo
25/06/14
5.000% de Paranóia
10/05/14
Pensando nELA
25/04/14
Atacando uma Ficção
20/02/14
Estuprando a Justiça
03/03/14
Entendendo a MISANDRIA
18/02/14
Heroísmo: O Outro Lado da Masculinidade
18/02/14
Em Defesa do Patriarcado
03/02/14
Hipótese Benevolente Sobre A Cruzada Anti-Reprodutiva
31/12/13
A Cultura do ESTUPRO
28/11/13
O Estupro da CULTURA
28/11/13
Expressar ou Doutrinar?
26/09/13
Traindo o Movimento
27/08/13
Filosofia, Ideologia e Militância
23/08/13
Infeliciana Homofobia
17/08/13
As Ovelhas
e os Memes

13/08/13
Complexo de Paraíso Perdido
06/08/13
Financiamento Público de Campanha
12/07/13
Cavalheirismo é Sexismo?
10/07/13
Histórico de Textos Publicados
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21 de Dezembro

Finalmente, mais um acréscimo ao meu maior projeto filosófico. Terceiro Esboço de um FILOSOFIA DO CAOS, desta vez retomando conceitos antes desenvolvidos academicamente.

20 de Dezembro

IMPRESSIONANTE!!! O DEMOLIDOR: motivos pelos quais é o filme mais visionário de todos os tempos. Esqueçam Philip K. Dick ou Spielberg. Quem passou mais perto de acertar o futuro foi STALLONE!

19 de Dezembro

O feminismo no Brasil: suas múltiplas faces. Excelente artigo da Revista Estudos Feministas sobre o Feminismo Brasileiro. Distingue muito bem a Primeira e Segunda onda, e nesta última, deixa claro o contexto internacional, organizacional e privado do movimento.

18 de Dezembro

Se você ainda tem alguma esperança de honestidade nas estatísticas de Igualdade de Gênero do Fórum Econômico Mundial ou similares, ELA VAI MORRER COM ESTE TEXTO! Invertendo a Igualdade.

16 de Dezembro

Chamo aqui atenção para uma resposta que forneci em meu temporáro blog, sobre Marxismo, Esquerda e Neoesquerda.

15 de Dezembro

Em Condição psiquiátrica pode explicar assassinato de recém-nascidos, é dito "Nos casos de negação psicótica, a mulher nunca desenvolve o sentimento de que o bebê é uma outra pessoa, diz Miller. Foi o que parece ter ocorrido com outra francesa, Veronique Courjault, condenada no ano passado a oito anos de prisão pela morte de três filhos recém-nascidos. Para mim, eles não eram crianças. Eram uma parte de mim, uma extensão de mim mesma que eu estava matando, afirmou ela a psiquiatras. Durante o julgamento, Courjault afirmou que, por não desejar mais filhos, era incapaz de sentir ligação com os fetos. Eu não conseguia senti-los se mexendo dentro de mim, afirmou."

É a mesmíssima disposição psíquica que o Abortismo visa despertar nas mulheres. Desconsiderar o feto como uma criança e vê-lo apenas como "parte do corpo da mulher", do qual ela pode se livrar sem qualquer consideração.

9 de Dezembro

Ministro japonês Taro Aso é criticado por declarações sobre as mulheres, no caso, ter dito a obviedade de que o problema do envelhecimento da sociedade japonesa é devido a não reposição populacional, visto que a taxa média tem sido de 1,4 filhos por mulher, muito abaixo da mínima de 2,1 necessária para manutenção da população.

No Japão, a opção de substituir o povo nativo por imigrantes é enormemente mais insuportável do que jamais poderia ser até para a Alemanha Nazista, e está havendo uma enorme crise de relacionamentos devido a quebra dos valores tradicionais e à dificuldade cultural de se adaptar a modelos alternativos (que diga-se de passagem, em termos populacionais só pioram o problema como mostram os exemplos ocidentais). Por isso tem havido um florescimento de profissionais de aconselhamento amorosos já financiados pelo governo na tentativa já desesperada de incentivar casamentos, família e maternidade. O livro de Lisa Mundy, O Sexo Mais Rico (The Richer Sex) explica isso detalhadamente.

O ministro tem se destacado por declarações polêmicas e politicamente incorretas, como se vê na coletânea em Taro Aso: as gafes do ministro japonês que sugeriu morte de idosos. Texto que também acrescenta muitas e interessantes informações sobre a crise de ordem populacional, prevendo que em menos de meio século a população já terá recuado para 70% da atual.

A não ser que alguém esteja propondo aprisionar mulheres a forçá-las a engravidar, NÃO EXISTE NENHUMA FORMA de se pensar sobre esse problema sem centrá-lo na pura e simples reticência feminina a ter filhos, e em como contornar isso. Mesmo assim, a primeira matéria citada acima, declara nada mais nada menos que: "O modo escolhido pelo ministro para falar sobre a questão chocou a imprensa japonesa, já que ele PARECE TER SE DIRIGIDO ÀS MULHERES SEM FILHOS, atribuindo a responsabilidade pela baixa taxa de natalidade, e NÃO AO SISTEMA QUE NÃO ESTIMULA DE MANEIRA SUFICIENTE A PATERNIDADE, uma consequência de políticas inapropriadas."

Alguém poderia me dizer que espécie de psicotrópico é preciso tomar, ou que tipo de dano neural é preciso sofrer, para poder manifestar o delírio de que o problema é a Paternidade e não a Maternidade, num país onde cada vez mais as mulheres se recusam a se casar para seguir carreira, e mesmo quando o fazem dão mais prioridade ao trabalho que a família?

Será que 50 anos de lavagem cerebral feminista foram assim tão poderosos que até mesmo a percepção das realidades mais básicas e operações mentais mais primárias tem que ser abortadas no mesmo ritmo que se aborta no Japão? (Onde por sinal, até hoje métodos anticoncepcionais são preteridos em favor do aborto, que sempre foi liberado mesmo quando a pílula anticoncepcional era proibida.)

E não é só no Japão. Qualquer um que diz qualquer coisa parecida em qualquer país no mundo recebe o mesmo tratamento. As taxas de natalidade despencam, mas o problema, segundo as sapiências, não é o fato das mulheres não quererem ter mais filhos independente de estarem casadas ou não. A culpa é do...

...Escolha a alucinação de sua preferência.

5 de Dezembro

ABSOLUTAMENTE REVELADOR!!!


A Tale of Two Political Systems
(Com Legendas em Português)

Algo capaz de abalar duramente as mais diversas convicções e um duríssimo balde de água fria na presunção ocidental. Inclusive põe em cheque grande parte de meu pensamento.

Comentários meus e uma discussão a respeito podem ser visto em minha Timeline no Facebook

4 de Dezembro

Eu não tenho uma posição definida sobre a Hidrelétrica de Belo Monte. Por um lado não vejo sentido negar infra estrutura energética a uma civilização em nome de tribos animistas que sequer estão, elas próprias, tão preocupadas com sua própria preservação. Mas sei muito bem que este é mais um caso indecoroso de orgia do Estado com Mega corporações privadas que ficam com todo o lucro de um empreendimento de resultados questionáveis.

Mas o relato Belo Monte: a anatomia de um etnocídio, da Procuradora Thais Santi é impressionante, e revela um quadro perturbador da situação com miríades de nuances. Esta parte me chamou atenção em especial: "As aldeias se fragmentaram. Primeiro, você coloca na mão de uma liderança, que não foi preparada para isso, o poder de dividir recursos com a comunidade. A casa do cacique com uma TV de plasma, as lideranças se deslegitimando perante a comunidade. Ganhava uma voadeira [um tipo de barco] que valia 30, vendia por oito. Fora o mercado negro que se criou em Altamira com as próprias empresas. O índio ficou com dinheiro na mão e trocou por bebida. O alcoolismo, que já era um problema em muitas aldeias, que era algo para se precaver, aumentou muito. Acabou iniciando um conflito de índios com índios, e aumentando o preconceito na cidade entre os não índios. O pescador, para conseguir uma voadeira, precisa trabalhar muito. E a comunidade passou a ver o índio andando de carro zero, de caminhonetes caríssimas, bebendo, houve casos de acidentes de trânsito e atropelamento. Então, como é possível? Acho que nem se a gente se sentasse para fazer exatamente isso conseguiria obter um efeito tão contrário. Os índios se enfraqueceram, se fragmentaram socialmente, a capacidade produtiva deles chegou a zero, os conflitos e o preconceito aumentaram."

As Mega Empreiteiras, como sempre, ditam as regras: "...é muito difícil entender Belo Monte, porque a gente tem um empreendimento que é prioritário e ao mesmo tempo a empresa é privada. Ser privada significa contratar o Consórcio Construtor Belo Monte (Andrade Gutierrez, Odebrecht, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, OAS e outras construtoras com participações menores) sem licitar. Ela diz que não vai fazer, que não cabe a ela fazer. E ninguém manda fazer. Então, a gente tem uma situação em que o empreendedor se coloca como soberano, reescrevendo a sua obrigação. Por exemplo: entre as condicionantes, estava a compra de terra, pela Norte Energia, para ampliação da área dos Juruna do KM 17, porque eles ficariam muito expostos com a obra. A Norte Energia fez a escolha da área. Mas quando a Funai disse para a Norte Energia que comprasse a área, a empresa respondeu: “Não, já cumpri a condicionante. Já fiz a escolha da área, é responsabilidade do governo comprar a área”."

Em suma, uma famosa parceria CARACU! O setor privado dá as Caras, e o Estado (e o povo) dão o resto.

1 de Dezembro

Hoje publico, FINALMENTE, uma atualização na minha página de MONOGRAFIAS, Desleitura Feminista em Christine de Pizan versa sobre uma possível leitura atual, sob a ótica do conceito de Feminicídio, sobre uma obra feminina medieval. Embora não tenha o rigor usual das minhas monografias anteriores, por estar num contexto universitário informal, penso que seja justo movimentar um pouco essa seção de meu site que, findo o meu mestrado, não é atualizada há 4 anos.


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