OBLIVION
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Os 300 da Suécia
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À Espera de
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TELLUS
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QUARTO Esboço de uma FILOSOFIA DO CAOS
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A Verdade Sobre Margareth Sanger
Ela NÃO Era Abortista!

28/06/15
A Dignidade Humana Entre A Esquerda e A Direita
19/06/15
Pode o Feminismo Não Ser Misândrico?
09/06/15
Mad Max
Fury Feminist?

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26/04/15 ABORTISMO
05/03/15
Aborto à Francesa
05/03/15
A Queda da Lua
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Histórico de Textos Publicados

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18 de Junho

Três anos depois, cumpro meu auto compromisso de publicar um texto sobre um de meus filme favoritos. Em OBLIVION - Reflexões sobre uma Obra Prima da Ficção Científica, explico porque essa estória me comoveu em especial, o que ela tem de mais valioso, bem como faço críticas aos poucos pontos que a separam da perfeição.

16 de Junho

FANTÁSTICO! Depois dessa vou ter que rever esse filme! (Lembrando que eu 20 de Dezembro de 2014 eu havia compartilhado um texto intitulado O DEMOLIDOR: motivos pelos quais é o filme mais visionário de todos os tempos, que tem um foco mais amplo, mas é perfeitamente consistente com o vídeo.)



14 de Junho, 22:06

Lançando meu mais recente texto sobre Estuprismo, devido ao fato de que o ataque feminista para violar a racionalidade, o bom senso e a ética precisa receber o máximo de resistência possível ainda que débil comparada ao poderio midiático global, financeiro e governamental que em uníssono mente criminosamente com a frauda de "Cultura de Estupro" e ameaça até autoridades que insistem no devido processo legal, na presunção de inocência, e no mais básico direito de pensar.

O Estupro Coletivo da Consciência Social, que já teve uma versão prévia lançado no site da Resistência Terceiro Mundista há três dias atrás, é na verdade é uma versão de meu post de Facebook de 29 de Maio, e também está publicado no meu blog.

14 de Junho, 18:00

Porque Liberalismo não passa de fachada hipócrita para o assalto arbitrário ao patrimônio público e para destruição da soberania nacional.


Legião Nacional Trabalhista
13 de Junho, 19:51

Maurício Macri a serviço da inteligência estadunidense

Todos sabem da piora econômica da Argentina, apesar de uma nova conjuntura imposta por Macri em seu primeiro ano de governo. Servo das políticas ortodoxas e considerado o salvador do mercado argentino, o atual presidente da Argentina vem sofrendo com o que já era problema nos governos populistas de Cristina Fernandez de Kirchner.

Macri, o novo ídolo da camada liberal conservadora mundial, cada vez se mostra mais rendido aos encantos do imperialismo estadunidense, já não bastasse suas políticas impopulares e seu autoritarismo em deslegitimar canais midiáticos opositórios ao seu governo e totalmente anti-imperialistas, Macri entra em acordo com Barack Obama para a implantação de duas bases militares estadunidenses em locais de extremo interesse do Brasil e de seus países vizinhos (Ushuaia, na Terra do Fogo, e outra na Tríplice Fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai).

Os Estados Unidos da América, alegam que as bases serão implantadas por puro interesse científico, porém, como apontou José Carlos de Assis, economista, doutor em Engenharia de Produção pela Coppe-UFRJ e professor de Economia Internacional da UEPB:

“A base na Tríplice Fronteira é uma projeção sobre o aquífero Guarani, a terceira maior reserva de água doce do mundo. Obviamente, os interesses ‘científicos’ dos EUA em instalar essas bases se efetiva na realidade no campo geopolítico. Eles correram para fazer o acordo com Macri tão logo tomou posse porque, assim como no caso brasileiro, não querem correr risco de recuo”.

Engraçado observar a Argentina tomar frente sobre um planejamento que envolve claramente um país que está na oposição à luta pela soberania das Malvinas Argentinas. Os EUA claramente projetam uma política onde tomará na base da esperteza e da força todos os recursos naturais que até então pertencem ao Brasil, à Argentina e ao Paraguai.

Vale lembrar, o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, José Serra, esteve dias antes desse acordo, reunido com Maurício Macri, "afinando aliança". José Serra é o famoso político entreguista que já tentou transformar a Petrobras em Petrobrax e está há décadas envolvido em conchavos com a Chevron.

Se a população latino americana não acordar e resistir, verá, de uma vez, a soberania (já retraída) se dissipar e verá uma política totalmente reacionária e impopular tomando conta de nosso continente, fortalecendo mais um antigo interesse estadunidense, a consolidação da ALCA.



14 de Junho, 18:00

Perfeito!

John Lopes
14 de Junho, 12:28 O discurso do "politicamente correto" é hábil em problematizar as questões, impedir soluções, ocultar as razões e acirrar as tensões.


14 de Junho, 08:46

Me recuso a reproduzir a foto.

AVANTE
13 de Junho, 23:48

Nossa singela recordação à "Esquerda" do cuspe, da exposição genital, da exposição do traseiro (local de onde provavelmente surgem suas falsas e inúteis ideias), da maconha no DCE, da sujeira e imundície e do "feminismo" empoderado que, todas as manhãs, deixa "empoderamento" em forma de lixo para faxineiras pobres (e em grande parte negras) limparem em banheiros e salas, à "Esquerda" combativa que quer lutar em todos os fronts, menos na linha de frente.

"Esquerda" que quer "derrubar" todos os governos por todos os meios, menos aqueles meios efetivos, é claro. Uma "Esquerda" que defende todas as revoluções e todos os revolucionários (menos a revolução social, a revolução do trabalhador), uma "Esquerda" que odeia o proletariado, aqueles que acordam cedo para trabalhar (aqueles que chamam de ignorantes, homofóbicos, retrógrados, reacionários, conservadores e etc.) e elege como "revolucionários" jovens mimados de classe média alta, que não trabalham, não produzem e não propõe nada efetivo àqueles que o fazem.

Vocês são parte do problema. Vocês são o próprio problema. Vocês não mudam situação alguma, vocês fazem parte da situação, fazem parte do próprio sistema. E cairão juntamente com ele.

À escória, a derrota eterna.

Àqueles que lutam verdadeiramente, a vitória infinita!



14 de Junho, 08:31

Para que se tenha outra visão do assunto afora o de nossa corrupta mídia manipuladora.

Nova Resistência - Brasil
13 de Junho, 22:10

No último dia 07 de Junho, Muammar Kadafi, martirizado pelo imperialismo em 2011, se estivesse vivo, completaria os seus 74 anos de idade. Após sua trágica morte pelas mãos da maior casta de clepetocratas e bandidos atualmente vivos, a Líbia, contrariando a propaganda ocidental, mergulhou em um profundo abismo de destruição, miséria e expansão de grupos terroristas apoiados por este mesmo Ocidente.

Mas quem foi Muammar Kadafi?

Autor da Jamahiriya, também chamada por ele de Terceira Teoria Universal, foi um arauto do socialismo patriótico, do anti-sionismo, do anti-imperialismo e do pan-africanismo no continente. Apesar de seus erros, foi um líder resoluto e comprometido com o bem-estar de seu povo. Eis alguns dados relevantes sobre o seu governo. Com Kadafi:

1 - A Líbia passou a ter o maior IDH da África;

2 - Ensino gratuito passou a ser ofertado até a Universidade;

3 - Ao casar, o casal recebia até US$ 50.000 para montar sua casa;

5 - Sistema médico gratuito e universal, rivalizando com os países .europeus. Equipamentos de última geração, etc.;

6 - Empréstimos pelo banco estatal sem juros;

7 - Inaugurado em 2007 o maior sistema de irrigação do mundo, que tomou uma parte substantiva do deserto (95% da Líbia) em fazendas produtoras de alimentos.

Mesmo após o seu martírio, a chama de sua doutrina continua acesa na Líbia. Em 2015, diversos protestos estouraram por todo o território líbio, protagonizados por apoiadores de Kadafi e por pessoas insatisfeitas com o caos que tomou o país após sua morte. A multidão, munida de bandeiras verdes, gritava uníssona: "Deus, Muammar e Líbia!" Alguns destes protestos eclodiram em francos conflitos armados contra milícias ligadas ao Estado Islâmico (organização que se expandiu consideravelmente no país após a morte de Kadafi).

Atualmente, sua filha, Aisha Kadafi, tem protagonizado a resistência e tem reclamado para si o legado político de Kadafi.

A Nova Resistência, como organização anti-imperialista e anti-sistêmica, vislumbra no renascimento da Jamahiriya a única solução possível para a Líbia. O "socialismo verde" de Kadafi é o socialismo orgânico do povo, dos modos de vida tradicionais do povo, da democracia orgânica e do Bem-estar social. Fora de seu legado, não há solução viável.

Da mesma forma, coerentemente com nossa doutrina e com nosso ethos, rendemos nossa homenagem e este grande homem de nosso tempo, tragicamente martirizado pelas forças imperialistas e globalistas do Ocidente.

Viva ao legado da Jamahiriya!

Muammar Kadafi, PRESENTE!



10 de Junho, 22:14

PRAVDA em Português! O que estão falando do Brasil na Rússia!

Lista de Matar: Esmagar o "B" de BRICS

Já acompanho textos de Pepe Escobar, que sempre são ótimos, mas este está ainda melhor. Infelizmente é uma leitura difícil para o público brasileiro, em parte devido a problemas de tradução (como Operação "Car Wash" invés de Lava Jato) e ao jargão pessoal do autor (como 'Excepcionalistão' invés de EUA). Sem contar o gigantesco abismo que separa a maioria esmagadora dos brasileiros, mesmo os bem intencionados e esforçados, da realidade de fatos incontornáveis para compreender o cenário político econômico atual. Embora este texto possa ser um bom começo.

Pena que não tocou num assunto importande, que é a figura trágica e patética dos "coxinhas", que tem o descaramento calhorda de se vestir com as cores de nossa bandeira para ir às ruas defender a destruição de nosso país e se orgulham de serem capachos que se arrastam aos pés de Washington e Wall Street.

10 de Junho, 12:48

Prestem atenção nesta reflexão de ANTES do escândalo do Petrolão estourar.



9 de Junho

Faz muito tempo que não compartilho textos do Lúcio Flávio Pinto, embora os leia regularmente. O Destino da VALE chama atenção por mostrar o quão estranho é o conceito de privatização no Brasil. Embora privada, a Vale continua praticamente sob controle do governo, mesmo que este esteja em quarto lugar na lista de sócios majoritários.

Em grande parte isso se deve à formidável articulação política de Lula. Capaz de, à época, costurar acordos até entre Capuletos e Montéquios.

Mas agora tudo desandou, e a hipótese de reestatização só não está no horizonte devido a estarmos no maior frenesi privateiro desde a era tucânica.

6 de Junho, 19:55


3 de Junho

A verdade sobre a calhordice privatista.



2 de Junho, 22:44

Especialmente interessante principalmente para quem acredita que esta deveria ser uma pauta válida de Esquerda mesmo quando as revoluções de esquerda que mais foram longe na mudança do sistema econômico demonstram o absoluto contrário!

Nova Resistência - Brasil
2 de Junho, 20:16

Movimento Gay e Capitalismo

É um fato da natureza que nascem gays, os quais existem em várias espécies a uma taxa pequena e constante. Não seria diferente com os homo sapiens, entre os quais, ao longo da história, os homossexuais tem variado entre 1% e 3.5% da população.

Sobre as causas do homossexualismo há algumas teorias mais relevantes, entre as quais especulações sobre causas genéticas e sobre desequilíbrios hormonais são as mais estudadas. Há, também, na psicanálise teorias que fazem associação entre homossexualismo e certos tipos de traumas.

O fato é, porém, que homossexuais existem, sempre existiram e provavelmente existirão, e eles podem ser cidadãos tão produtivos e exemplares quanto quaisquer outros. Afinal, em tese, apesar de algo que pode ser visto como um distúrbio, historicamente homossexuais foram indistinguíveis de quaisquer outras pessoas.

Ser homossexual não implicava em pertencer a algum tipo de cultura ou subcultura específica. Não era uma bandeira política. Não era uma causa social. Não implicava em adotar um padrão de consumo. Não implicava em ser fã de algum tipo de cantora pop específica.

Muitas coisas mudaram, porém, com o desabrochar do século XX. Entre outras mil coisas, vemos um enraizamento do capitalismo e do consumismo nas sociedades ocidentais, o aumento na quantidade de homossexuais em relação à sociedade em geral e a transformação do homossexualismo praticamente em uma "ideologia", com um "partido" dedicado a defendê-lo.

Nada disso é coincidência. A ascensão do chamado "movimento gay", responsável por essa politização radical de um distúrbio hormonal, está diretamente ligada ao progresso capitalista nas sociedades ocidentais. E isso não é algo que apenas nós vemos, simplesmente, hoje.

Baluartes do liberalismo, como Adam Smith e Jeremy Bentham foram pioneiros na defesa dos chamados "direitos homossexuais", ou seja, da extensão da ideia de liberdade individual aos homossexuais e aos comportamentos associados a eles.

Mas a questão não é uma de cunho teórico, mas de cunho absolutamente prático e objetivo. A verdade é que, como qualquer um pode verificar, o "movimento gay" e as causas defendidas por ele avançaram muito mais nas sociedades capitalistas do que em qualquer sociedade tradicional ou socialista.

As razões para isso são muito evidentes. Conforme avançou o capitalismo, a partir do século XIX, as pessoas foram arrancadas do meio rural e lançadas no meio urbano. O abandono da própria família, os deslocamentos demandados por uma sociedade de mercado, com a desintegração da tradicional "família extendida", permitiram que os homossexuais se entregassem livremente à busca do prazer individual conforme suas inclinações.

Tal como o feminismo está diretamente ligado ao capitalismo, através do seu ingresso forçado no mercado de trabalho, de modo a melhor controlar a média salarial e ampliar a produção, causa do surgimento da sociedade do consumo, o movimento gay também é tributário dessa destruição progressiva da família que foi guiada pelo desenvolvimento do capitalismo.

Antes do desenvolvimento do capitalismo, formar uma família heterossexual era uma questão de sobrevivência econômica e de integração comunitária. Alguém incapaz de ter filhos, seria incapaz de sobreviver em uma sociedade tradicional, na qual os filhos contribuem e trabalham junto aos pais nas atividades que garantem sua subsistência.

Com a crescente urbanização causada pelo capitalismo e com atividades laborativas desvinculadas da subsistência, além da ênfase cultural e institucional cada vez maior no individualismo, o casamento se tornou uma questão de satisfação psicológica e emocional pessoal, uma questão puramente individual, com cada vez menos implicações econômicas.

Sem depender da formação de famílias para sua sobrevivência, desenraizado de qualquer comunidade orgânica, criados dentro de uma cultura que situa o desejo e a satisfação individuais como mais importantes do que considerações comunitárias, era inevitável que o homossexualismo ganhasse maior visibilidade social.

E com uma maior visibilidade social, vem a percepção de que ser gay é fazer parte de um "mercado" específico. E ser parte de um mercado específico é ser fetichizado de forma a ser incluído em uma subcultura específica, envolvida em uma militância voltada para a persecução de maiores vantagens sociais para si, participar de um padrão de consumo e tudo mais que já falamos.

Um movimento dedicado à defesa de liberdades e prerrogativas individuais, como o movimento gay, seria absolutamente impensável em qualquer sociedade que não fosse capitalista em estágio avançado. E não se encontrará contra-exemplos.

E vejam que não entraremos neste texto no mérito da influência do consumo de certos tipos de produtos industrializados na estrogenização masculina, com a consequente ampliação na quantidade de homossexuais, para níveis próximos aos 10% da população.

O fato é: o movimento gay é indissociável do capitalismo no estágio atual em que ele se encontra. Ele é consequência natural da desintegração das grandes famílias e do desenraizamento do homem em relação ao mundo rural, associados ao desenvolvimento de uma cultura que coloca o indivíduo e seus desejos no topo de uma escala de valores.

Como dar uma solução para isso? Como desconstruir a fetichização e politização de um comportamento privado com raízes hormonais?

ESMAGUEM O CAPITALISMO!



2 de Junho, 10:53

De uma foto postada por Álan Machado, reproduzo interessante reflexão de autor não identificado, com adaptações.

"Há um cara que eu conheço que disse: não termino de ler um livro há 4 anos. Ele estava sorrindo. Porque o mundo ficou rápido pra cacete e ele adora isso. Ele adora saber 140 caracteres sobre as coisas. Ele adora aderir a uma causa de 5 minutos. E outro dia, em um programa de rádio sobre cinema, uma convidade confessava que não estava assistindo muitos filmes, apenas séries televisivas, pois ultimamente achava difícil se concentrar durante uma hora e meia. Uma hora e meia!

E nesses momentos que fico pensando que talvez a literatura seja a coisa mais transgressora do mundo contemporâneo (...); você pega um livro para ler e essa atitude é um dedo médio levantado para a rapidez de tudo o que acontece à sua volta. Soma-se a isso o fato de que são apenas linhas e linhas de palavras, uma depois da outra. Em um mundo sobrecarregado de imagens, eu diria que sentar na sua poltrona e abrir um romance é algo semelhante a uma experiência psicodélica."


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