15/07/14

ESTUPRISMO
18/11/14
Disputa Semântica
18/11/14
Por que VEJA odeia o PT?
06/11/14
Estuprando Números
11/09/14
rePensando o Feminismo
19/08/14
A Fundação do Feminismo
25/06/14
5.000% de Paranóia
10/05/14
Pensando nELA
25/04/14
Atacando uma Ficção
20/02/14
Estuprando a Justiça
03/03/14
Entendendo a MISANDRIA
18/02/14
Heroísmo: O Outro Lado da Masculinidade
18/02/14
Em Defesa do Patriarcado
03/02/14
Hipótese Benevolente Sobre A Cruzada Anti-Reprodutiva
31/12/13
A Cultura do ESTUPRO
28/11/13
O Estupro da CULTURA
28/11/13
Expressar ou Doutrinar?
26/09/13
Traindo o Movimento
27/08/13
Filosofia, Ideologia e Militância
23/08/13
Infeliciana Homofobia
17/08/13
As Ovelhas
e os Memes

13/08/13
Complexo de Paraíso Perdido
06/08/13
Financiamento Público de Campanha
12/07/13
Cavalheirismo é Sexismo?
10/07/13
Histórico de Textos Publicados
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18 de Novembro

Publico hoje finalmente um texto com o título de ESTUPRISMO, quinto de uma série de textos sobre a Ideologia da Cultura de Estupro, que batizei com esse nome. No primeiro, A Cultura do Estupro, basicamente distrinchei os fundamentos teóricos desta doutrina, incluindo seu contexto histórico é o modo como se relaciona com a mudança de sensibilidade jurídica sobre tal crime, bem como listei várias evidências do alargamento cada vez maior do conceito de estupro ao ponto de praticamente incluir TODAS as relaçãos heterossexuais, ao menos para algumas feministas radicais.

O segundo, praticamente uma segunda parte do anterior, O Estupro da Cultura, parte da já precária sanidade desta ideologia e mostra a que ponto de delírio ela pode chegar nos conceitos do estupro como "Arma de Guerra" e como Genocídio! Depois, voltando a delinar sua absoluta alienação da realidade de um jeito que desafio qualquer um a refutar, mostro que resulta numa miséria mental possivelmente inédita na história intelectual do mundo considerando sua abrangência e alcance.

O massacre continua em Estuprando a Justiça, onde simplesmente levanto vários casos concretos de ocorridos no Brasil que mostram a absoluta disparidade entre as crenças estupristas e a realidade da opinião pública, dos presídios, dos crimes factuais e do sistema jurídico, que em sua totalidade desmentem as declarações estupristas, como as emitidas pela própria Ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para Mulheres.

E em Estuprando Números, simplesmente mostro que nos países mais feministas do mundo, e concomitantemente estupristas, as estátisticas de estupro são as mais altas, conseguido superar as de muitos países pobres inclusive em zonas de guerra, apesar de todas os demais índices de criminalidade serem brutalmente inferiores.

Agora, neste intitulado simplesmente como ESTUPRISMO, faço enfim a denúncia mais grave, por meio de vários textos das próprias estupristas, de que o mesmo tem o objetivo deliberado de aumentar os casos reais de estupro, impedindo o combate a esse crime, incentivando pessoas incautas a assumir condutas de risco e negando-lhe qualquer conselho ou meio de defesa. Para por fim por a culpa em todo o gênero masculino em sua cruzada contra as relações heterossexuais, e consequentemente, reprodutivas.


Embora postado no dia 8 no Facebook, publico agora também DISPUTA SEMÂNTICA, que retoma uma velha discussão que movimentou meu perfil nesta rede social.

11 de Novembro

É A TAXA DE NATALIDADE! STUPID!

O artigo da revista FORBES, de dois anos atrás, What's Really Behind Europe's Decline? It's The Birth Rates, Stupid. É um dos raros casos de lucidez diante de um fato, com o perdão do excesso de adjetivos, esmagadoramente óbvio, colossalmente evidente e absolutamente determinante, mas que mesmo assim quase todos se recusam a ver.

Há muito tempo, pelo menos desde minha monografia Pequeno Demais Para Nós Todos, de 2003, venho pensando na hipótese de que a cegueira humana quase total para a importância das taxas de natalidade parece ser inata. Deve haver alguma razão evolutiva! A humanidade reage rapidamente a ameaças populacionais por meio dos famosos baby booms, e historicamente sempre conseguiu se sair bem na administração de sua própria perpetuação. Mas isso foi sempre de forma inconsciente, delegando os imperativos reprodutivos a instâncias culturais dissimuladas, como religião ou moral. E assim continua em locais menos desenvolvidos, como aponto em Genogênese.

Somente na atualidade estamos vendo que mesmo essa capacidade de defesa espontânea foi, porém, suprimida. Ao mesmo tempo que há uma notável conscientização por parte de uma pequena elite intelectual, que aliás sempre houve, desta vez essa elite usou seus poderes financeiros para impor agendas de controle populacional no planeta inteiro, como se vê em A Fundação do Feminismo de Segunda Onda, com pequenino, quase desprezível, sucesso onde essa contenção realmente é necessária, e sucesso absoluto e avassalador onde já é praticamente um suicídio civilizatório. Respectivamente, nos países menos e mais desenvolvidos.

Como também abordo em Hipótese Benevolente para a Cruzada Anti-Reprodutiva, que uma civilização que outrora foi a mais poderosa do mundo não consiga sequer entender o que a está destruindo em ritmo alucinante, é algo que, além de hipóteses conspiratórias, somente apelando a alguma deficiência cognitiva psicossocial intrínseca da espécie humana consegue ser compreensível.

10 de Novembro

Para entender PUTIN! O Huffington Post tem uma matéria que apesar do tom quase irônico e despojado, não deixa de trazer informações interessantes e permitir reflexões pertinentes. If You Want To Understand Putin, You Have To Know These 15 Facts

Com ela podemos entender melhor porque este ex agente da KGB, que já teve seus tempos de "James Bond" é alguém que deve ser levado a sério. Explicita que sua frieza e auto controle parecem ser de família (seu pai era autêntico proletário soviético e sua mãe sobreviveu ao cerco de Leningrado, o maior massacre de todos os tempos), sabe que o ocidente tem medo da Rússia e lamenta o fim da URSS como sendo "A Maior Catástrofe Geopolítica do século XX".

Curiosamente, não parece ser exatamente por ser um amante do comunismo, e sim por um nacionalismo autêntico. De tudo, o que mais me impressionou foi a dura que deu no magnata do petróleo Michail Khodorkovsky, humilhando-o publicamente e pondo-lhe na cadeia por uma possível fraude fiscal, de processo um tanto suspeito, diga-se. Daí já se nota a diferença. No dia em que um presidente dos EUA, por alguma confluência estelar inacreditável, cair na besteira de levantar a voz para um dos bilionários americanos, vai pro olho da rua no dia seguinte!

Sei o porquê. Como todo bom patriota Putin certamente em ojeriza ao processo de desmantelamento estatal sofrido pela URSS, e verdadeiro motivo de seu fim, do qual emergiram subitamente todos os bilionários russos. Uma privataria criminosa de matar de inveja FHC e Serra.

E é bom lembrar que Khodorkovsky não foi o único. Putin também pôs em cana Alexander Lebedev, que assim como outros magnatas do petróleo, levaram uma prensa no processo de reestatização de recursos naturais. Portanto, de um modo completamente diferente do ocidente, lá os barões bilionários não se metem com o governo! Se fôssemos medir a força de um país pela personalidade de seu líder, lembremos que almofadinhas como Bush ou Obama não sobreviveriam meio round contra o Putin. E isso reforça em mim a dúvida em quem vai nos ferrar primeiro. A China, a Rússia ou o Islã. Embora nós mesmos, é claro, estejamos na frente.

5 de Novembro

Decidi publicar um tardio texto que explica o porque do ódio da revista Veja ao PT, demonstrado com dados, processos judiciais e documentos oficiais. O problema não é simplesmente o PSDB ou o DEM. Esses são partidos tão "bons" quanto a maioria dos outros e que tem seus interesses que variam dos democráticos e legítimos ao fisiológicos e pérfidos.

Existem ótimos motivos para odiar o governo, que bem merece duras críticas. Mas fazê-lo por acreditar em Veja é ser feito de otário, ser usado por uma máfia que não tem compromisso algum exceto com seus patrões em Washington e cafetões em Wall Street. Até a campanha política do PSDB na horário eleitoral é mais imparcial e honesta, pois ao menos tem que se sujeitar a critérios mínimos de veracidade e sensibilidade do eleitorado.

Entenda então A VERDADE POR TRÁS DO ÓDIO DA REVISTA 'VEJA' AO PT


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