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20 de Março

Publico ATACANDO UMA FICÇÃO, sobre o mítico tema de que "mulheres recebem menos remuneração do que homens pelo mesmo serviço, sob as mesmas condições e com as mesmas qualificações". Não sou o primeiro a notar a completa ausência de um único exemplo para essa lenda, mas posso mostrar facilmente casos contrários.


O recém publicado texto RAINN smacks down the Feminist “rape culture” narrative parece ter sido inspirado em meus textos A CULTURA DO ESTUPRO e O ESTUPRO DA CULTURA

Afora a feliz abordagem sobre o texto da RAINN, confirma praticamente tudo o que eu disse, só não me fazendo pensar que o autor leu meus textos porque é óbvio que os anglófonos nos ignoram. Mas me deixa satisfeito que uma consciência mais lúcida comece a emergir contra uma doutrina delirante que tem como única consequência dificultar o combate aos estupros. E passe a ser representava a nível político por uma organização de grande destaque.

16 de Março

Pronto. Se me faltava alguma coisa para desistir de vez de me considerar esquerdista não falta mais. Não sou Esquerda, Direita nem Centro. Nem Frente nem Trás, Nem Cima nem Baixo. Devo estar na Quarta ou Quinta Dimensão.

Digo porque tomei conhecimento de alguns textos marxistas que afirmam que Comunismo NÃO é de Esquerda, de ninguém menos do que Lenin . À Esquerda do Comunismo estaria o Anarquismo.

Todos os testes de Espectro político que já fiz me deixam no centro. Outrora, ligeiramente a Esquerda, e ultimamente estou propositalmente sempre conseguindo ficar no centro exato. Mas a questão toda é dar alguma definição minimamente operacional de Esquerda e Direita, por mais limitada que seja.

A mim, sempre apelei a 3 conceitos fundamentais que polarizam esses termos:

1 - Predisposição por mudar a sociedade, quer seja de forma lenta, Progressismo / Reformismo, Esquerda Liberal, Social Democracia etc, ou brusca, Revolucionária, Extrema Esquerda;

2 - Apego ao ideal de Igualdade, quer no sentido light de que todos devem ter oportunidades equivalentes, ou num sentido mais radical do que todos deveriam ganhar o mesmo montante ou ser submetidos aos mesmos conteúdos;

3 - Pressuposição, de origem predominantemente marxista, de que é o Cultural que determina o Psicológico. O "pensamento", comportamento, seriam produtos do meio, o que vai ao encontro do conceito de "Consciência de Classe" bem como explicação e mesmo leniência a comportamentos criminosos. (Esse sempre foi o ponto ao qual jamais me enquadrei.)

Melhor. Já há algum tempo tenho me esforçado para elevar minha inadequação a qualquer ideologia ou linha de pensamento específico a um estado de Arte.

14 de Março

Em um, como quase sempre, PÉSSIMO texto de Regina Navarro Lins (uma psicóloga e sexóloga de uma ignorância abissal a respeito do mundo em que vive), encontrei o resultado de uma enquete direcionada a mulheres, do qual saco duas questões.


Você já deixou de fazer alguma coisa (ir a algum lugar, passar na frente de uma obra, sair a pé) com medo do assédio?
Sim 81% / Não 19%

Você já trocou de roupa pensando no lugar que você ia por medo de assédio?
Sim 90% / Não 10%

Não vejo motivo para duvidar da veracidade das respostas que penso poderiam ser as mesmas na maioria das amostragens significativas. Qualquer um com algum conhecimento de mundo sabe que mulheres instintivamente cobrem o corpo quando se sentem sexualmente ameaçadas, bem como qualquer pessoa evita locais suspeitos.

E não apenas para evitar atrair a atenção do agressor, mas também para dificultar sua possível ação. Um mulher de calça jeans e tênis tem muito mais chance de se desvencilhar de um ataque do que uma de salto alto e minissaia.

Disso é possível extrair ao menos duas conclusões.

Uma, que a maioria das mulheres ao utilizar roupas mais ousadas não está se sentindo ameaçada. Se todas as mulheres levassem a sério as delirantes ilusões de 1/4 delas já foi estuprada, simplesmente não existiriam periguetes.

Duas, que quando alguém recomendar às mulheres usarem certas roupas, ou evitarem certas atividades, a fim de minimizar as chances de serem vítimas de uma violência sexual, pode muito não estar, como supõem as "vadias", criminalizando a vítima ou expressando seu poder opressor patriarcal sobre os corpos das mulheres, e sim, pura e simplesmente, pensando com base nos mesmos instintos de auto preservação femininos.

13 de Março

Mal começa o texto Cota para as mulheres representa momento de transição, temos a INSANIDADE (com grifos meus):

Segundo ela, o discurso de que a chegada da mulher em cargos de liderança é uma questão de tempo é ABSURDO. “NINGUÉM ousa DIZer ISSO SOBRE outras ATROCIDADES COMO a taxa de HOMICIDIOS. Diante de CASOS SÉRIOS o Estado não pode ser omisso, ele tem que dar a sua contribuição e fazer acontecer. NO CASO DA MULHER, TRATA-SE DE GRAVES VIOLAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS”, afirmou.

Entenderam? O fato de haver menos mulheres que homens em certos cargos de chefia bem remunerados (danem-se os cargos de mineiro, lixeiro, pedreiro etc) É UMA ATROCIDADE! GRAVE VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS! Comparável a HOMICÍDIO! Com a diferença de que o Estado VAI AGIR para corrigir essa terrível atrocidade, ao passo que a taxa de homicídios vai continuar do jeito que está.

Gosto de pensar em como as atrocidades conceituais desse feminismo psicótico poderiam ser piores, mas as vezes admito que é um desafio!

8 de Março

No site da BBC, e espalhado por quase todos os noticiários do globo, vemos: Jovem de 13 anos constrói Reator Nuclear.

Notícias dadas dessa forma me condenam à perpétua dúvida a respeito de terem o objetivo deliberado de desinformar, ou o fazem por mera incompetência. E não o falo só da mídia jornalística nacional, pois essa informação tem sido passada da mesma forma pela imprensa internacional.

Ok. Literalmente ele construiu sim um Reator de Fusão Nuclear, mas quando o público leigo lê uma notícia assim, o que pensa? Que o rapaz realizou por contra própria um procedimento similar ao que ocorre em usinas nucleares, ou pior, comparável ao do Projeto Manhattan!

Mas é óbvio que ele não realizou uma Fusão Nuclear no sentido usual do termo, pois isso implicaria em primeiro ter utilizado um Reator de Fissão, que utiliza materiais radioativos e de alta periculosidade, rigorosamente controlados pelo Clube Atômico mundial (EUA, China, Rússia, França, Inglaterra, Israel, Paquistão e Índia). Por muito menos do que isso, invadiu-se o Iraque!

Muitíssimo menos ainda poderia ter construído um Reator de Fusão a Frio!

O que o promissor jovem fez foi construir um Colisor de Partículas, que fundiu apenas dois átomos de hidrogênio em um átomo de hélio! Um procedimento completamente inofensivo, que nada tem a ver com desintegrar um elemento transurânico enriquecido ao ponto da massa crítica, para depois fundir uma quantidade significativa de isótopos Deutério ou Trítio, resultando num processo só possível a Bombas de Hidrogênio ou a Estrelas.

De certo o garoto deve ser um gênio e tudo indica que breve estará trabalhando em projetos sob rígido controle governamental, científico e militar. Mas que fique claro que o que ele fez é bem diferente do que a maioria do público seguramente está pensando.

Adendo de 20/03/14: Aprendam um pouquinho de física nuclear tendo ninguém menos do que GLaDOS como professora!

3 de Março

Publicado Estuprando a Justiça, também presente no A Voice for Men - BRASIL. Mais uma vez um severo ataque ao 'Estuprismo', a Doutrina da "Cultura do Estupro".


[ATENÇÃO: Segue-se uma crítica elogiosa e com alguns mínimos spoilers que sinceramente não considero prejudiciais. Mas recomendo também evitar ter a expectativa muito estimulada. Baixa expectativa é sempre uma das melhores receitas para apreciar um filme.]

Eu gosto muito do antigo filme ROBOCOP, mas devo admitir que o novo, dirigido por José Padilha, É MUITO MELHOR! Na verdade é totalmente diferente. Ter visto ou não o filme anterior simplesmente nada importa, visto que desde os primeiros minutos fica evidente um contexto e linguagem por completo distante do espírito do original. O novo trata-se de um filme muito mais profundo no drama do personagem, bem mais ousado em questões políticas, e especialmente em questões filosóficas sobre a mente.

Infelizmente, como sempre ocorre, o tempo curto de um filme comum não permite um desenvolvimento mais profundo, mas para quem tem algum conhecimento do assunto pode ser facilmente percebida um preocupação com questões sobre a consciência, intencionalidade e conflito entre emoções. Em especial o fato do cérebro do personagem processor funções computacionais com a mesma agilidade das melhores máquinas, mas ao mesmo tempo estando sujeito as flutuações únicas da psicologia humana.

Os personagens, todos com ótimos atores, também estão muito convincentes. Destaque especial para Gary Oldman, num dos mais bem feitos cientistas que já vi na história do cinema americano, que alia um perfeito espírito científico objetividade com uma sensibilidade humana que a mim o tornam um dos melhores personagens que já vi em muitos anos. Mesmo o "vilão" final demonstra um comportamento pragmático perfeitamente crível, fugindo do maniqueísmo panaca que frequentemente toma filmes deste tipo.

Há uma falha relativamente grave. A idéia do upload do banco de dados da polícia pouco antes da apresentação pública do RoboCop é por completo inverossímil. Seria óbvio a qualquer pessoa minimamente inteligente que aquele procedimento teria que ser feito muito antes, ainda na fase de testes, ou então depois. Mas ao menos isso tem um resultado interessante em termos de roteiro.

Mas infelizmente uma licença poética, a mim muito incômoda, persiste. O fato dele não ter uma proteção automática para a boca. Por um motivo evidentemente estético. Temos que tolerar isso da mesma forma com que toleramos que ninguém reconhece o Super-Homem atrás dos óculos de Clark Kent. Mas ao menos aqui se torna mais crível, pelo fato de que o personagem é sobrehumanamente ágil e rápido, capaz de se antecipar e proteger a cabeça, e ao menos em um cena protege a boca com o braço. Coisa que jamais acontece no filme anterior e ninguém tem a idéia de atingí-lo em seu óbvio ponto fraco, ao passo que neste novo filme, isso fica evidente aos vilões e é exatamente o que eles tentam fazer.

Enfim, o filme foi-me uma grata surpresa. Contribuiu, sem dúvida, que eu tenha me mantido longe de spoilers e tenha até mesmo evitado trailers. Como sempre, há falhas, mas considero o filme bem acima da média, e afinal de contas, é a primeira vez que alguma coisa boa com o nome Robocop é lançada desde o primeiro filme.

1 de Março

Socialista japonês sendo assassinado ao vivo por um nacionalista, em 160 Inejiro Asanuma Assassination Segundo alguns liberalóides de Facebook. É um exemplo a ser seguido.


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