TELLUS
X
THALASSA

15/07/15
QUARTO Esboço de uma FILOSOFIA DO CAOS
28/06/15
A Verdade Sobre Margareth Sanger
Ela NÃO Era Abortista!

28/06/15
A Dignidade Humana Entre A Esquerda e A Direita
19/06/15
Pode o Feminismo Não Ser Misândrico?
09/06/15
Mad Max
Fury Feminist?

28/05/15
Batalhas Espaciais II
26/04/15 ABORTISMO
05/03/15
Aborto à Francesa
05/03/15
A Queda da Lua
23/02/15
Terceiro Esboço de uma FILOSOFIA DO CAOS
21/12/14
Invertendo a Igualdade
18/12/14
Desleitura Feminista em Christine de Pizan
01/12/14
ESTUPRISMO
18/11/14
Disputa Semântica
18/11/14
Por que VEJA odeia o PT?
06/11/14
Estuprando Números
11/09/14
rePensando o Feminismo
19/08/14

15/07/14
A Fundação do Feminismo
25/06/14
5.000% de Paranóia
10/05/14
Pensando nELA
25/04/14
Atacando uma Ficção
20/02/14
Estuprando a Justiça
03/03/14
Entendendo a MISANDRIA
18/02/14
Heroísmo: O Outro Lado da Masculinidade
18/02/14
Em Defesa do Patriarcado
03/02/14
Hipótese Benevolente Sobre A Cruzada Anti-Reprodutiva
31/12/13
A Cultura do ESTUPRO
28/11/13
O Estupro da CULTURA
28/11/13
Expressar ou Doutrinar?
26/09/13
Traindo o Movimento
27/08/13
Filosofia, Ideologia e Militância
23/08/13
Infeliciana Homofobia
17/08/13
As Ovelhas
e os Memes

13/08/13
Complexo de Paraíso Perdido
06/08/13
Financiamento Público de Campanha
12/07/13
Cavalheirismo é Sexismo?
10/07/13
Histórico de Textos Publicados

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15 de Julho

Em TELLUS X THALASSA, um desenvolvimento pessoal sobre os conceitos de Telurocracia e Thalassocracia, conforme dicotomia apontada por Alexander Dugin, mas com direcionamento provavelmente diferente.

13 de Julho

Destaque do texto Por que o Papa envelheceu tão bem e FHC tão mal?, por Paulo Nogueira.

"A classe média – composta majoritamente de pessoas pouco politizadas — é facilmente manipulada com o uso de denúncias (tantas vezes falsas) de corrupção.

É uma receita velha: a plutocracia matou Getúlio com isso em 54, derrubou Jango em 64 e vem buscando loucamente liquidar Lula e Dilma, em nossos dias."

12 de Julho

Do blog O CONTRADITÓRIO, de André Levy: Libertarianismo Enlatado.

11 de Julho

Louvemos o Papa Francisco. ( Em discurso anticapitalista, Francisco prega "mudança de estruturas")

Após o estratégico pontificado impopular de Bento XVI, para reformas necessárias mas pouco agradáveis, o atual Papa representa uma "renovação carismática" no melhor sentido da expressão.

Penso que num momento onde avançam tanto um Neopentecostalismo "cristão" essencialmente corrupto e perverso, recheado de ódio contra homossexualidade, laicidade e ciência, quanto ideologias insanas como Feminismo, Abortismo e Homossexualismo (enquanto ideologia, não sexualidade), o resgate um Catolicismo mais esclarecido, inclusivo e tolerante pode mesmo ser a melhor solução.

Ao menos não condena o indivíduo por sua opção religiosa, sexual, ideológica etc. Nem o despreza por sua condição econômica, social ou racial. Com o bônus magnífico de nada ter contra as ciências evolutivas tão odiadas tanto pelo Criacionismo quanto pela Ideologia de Gênero.

Entendam. Eu não sou católico. Sequer sou cristão e nem mesmo teísta. Mas sei respeitar uma instituição que está coesa há quase 1.800 anos, coesão que é o que falta a uma sociedade afundando em redemoinhos delirantes de sociopatia.

9 de Julho

Em 28/11/2004, em resposta a um Criacionista que supôs que por eu me declarar Progressista seria também a favor de Aborto e Casamento "Arco-Íris", respondi: "Não dou a mínima para a questão da União Civil Homossexual. Na verdade, acho de certa forma até um atraso de mentalidade, uma vez que a tendência futura, creio ser, a cada vez maior dissolução do próprio conceito de União Civil. E acho mesmo que o Casamento, como instituição Civil, deveria ser abolido. (...) Qualquer um pode fazer um testamento declarando como herdeiro quem ele quiser! Não é preciso ser "casado" para isso. O único problema restante é o da moradia. Isso poderia ser resolvido, tanto no caso de casais heteros ou homos, com um simples contrato de propriedade misto, colocando as duas partes com direitos iguais. (...) "estados civis". São, hoje em dia, uma inutilidade que só serve para atrapalhar. E aí, como se não bastasse a dificuldade que vai ser esse processo de eliminação desse dinossauro institucional, ainda me aparece propostas para ampliá-lo ainda mais!"

Mais de uma década depois após a tardia e recente vitória simbólica do Casamento Homossexual nos EUA, vejo na Carta Capital, após louvá-la, o seguinte: "O verdadeiro avanço civilizatório, inclusive, não seria o reconhecimento do casamento entre pessoas do mesmo sexo, mas a própria extinção do casamento civil. O Estado deveria se limitar a criar regras nas relações patrimoniais entre as pessoas, sem interferir nas opções amorosas ou sexuais de cada um, ou seja, na forma como seres adultos estabelecem suas relações afetivas, que são de domínio eminentemente privado. A extinção da figura do casamento civil é o verdadeiro debate para se atingir uma forma de convivência social mais civilizada e para se preservar a verdadeira liberdade individual de opção afetiva e erótica."

Que é claro, não passa de macacaqueamento de opiniões norte americanas, como as manifestadas em The Nation - What's Next to LGBT Movement? que propõe basicamente a mesma coisa.

A diferença é que minha antiga ideia era passar direto para o fim da União Civil, enquanto as sapiências aí defenderam primeiro a extensão desta para os homossexuais, para DEPOIS defender sua extinção!

Minha justificativa para o fim da União Civil era que a evolução do divórcio livre (emenda 09/1977, Constituição de 1988, Código Civil de 2002), em especial a equiparação das uniões estáveis ao casamento civil em comunhão parcial de bens, a União Civil teria virado apenas um imbróglio burocrático não fosse o valor cultural que é depositado na mesma pela população. Agora, após golpe final da emenda 66/2010, dentre os quais temos o fim das mudanças de sobrenome, o último diferencial prático foi extinto.

Mas hoje digo que o apego popular ao casamento civil se explica por ser este a versão secularizada de um ritual religiosamente demarcado, além da necessidade de um rito de passagem endossado não apenas pelo costume, mas por algo mais sério que um mero acerto informal entre as partes. Aquele aval que em sociedades mais primevas é mantido pela força e coesão cultural e simbólica que supera em muito a burocracia estatal das civilizações mais desenvolvidas. Como diz um surpreendentemente bom artigo de Frederick Hertz no Huffington Post "...casais do mesmo sexo estão mais interessados no simbolismo social e aceitação da comunidade concedidos pelo casamento, em oposição aos "frios" benefícios técnicos da parceria estável ou união civil."

Tal simbolismo cultural fez o casamento durar mesmo quando muitos apostavam em sua extinção espontânea, e foi só quando notaram que o mesmo não iria desaparecer tão cedo que a campanha pelo casamento homossexual se articulou de forma política efetiva. Ou seja, enquanto o casamento era complicado e trabalhoso, os movimentos homossexualistas não estavam assim tão interessados. E o conquistaram quando, para praticamente todos os efeitos, ele já não significa mais nada. Há vários recursos civis que permitem dispensá-lo totalmente.

Lembrando que eles já podiam se casar antes. Temos exemplos de casais do mesmo sexo vivendo juntos há décadas, mesmo antes dos movimentos LGBTT, plena e amplamente reconhecidos por várias comunidades, ainda que existam rejeições e preconceitos locais.

Por que tanto barulho, e tantas cores, então?

Porque aquilo que os conservadores vem dizendo há mais de meio século sobre tudo fazer parte de um ataque sistemático à família tradicional é pura e simplesmente verdade! No supra citado link do The Nation isso é admitido abertamente por apoiadores da causa feminista e LGBTT, pelo que se deduz que toda essa luta foi simbólica e cultural, visto que no plano legal formal o casamento já foi desmantelado. Era necessário então invadir o espaço simbólico. A famosa "ocupação de espaços", e isso é Todos os Espaços Concebíveis.

Em duas ou 3 décadas, a não ser que ocorra uma contra revolução cultural, nem mesmo esse simbolismo terá mais qualquer valor. A única forma de ainda conferir uma aura de importância ao casamento será nas comunidades mais religiosas, e por isso mesmo várias iniciativas já começam a se mover para obrigar até mesmo pessoas religiosas tradicionais a aceitar o casamento homossexual ou sofrer punições legais. (Ex: 1, 2, 3 e 4, em inglês, e AQUI um artigo em português que comenta estes e vários outros casos.)

O resultado será o fim prático da instituição que perdurou por milhares de anos e que sustentou toda a história da civilização, fragilizada ao ponto da irrelevância. Afinal, como diria o Irmão Carmelo, para evitar o "casa-separa-casa-separa", melhor não casar!

E a quem isso realmente interessa?

Pergunte a quem detém o poder e que fomenta toda essa cruzada. Praticamente TODAS as Megacorporações internacionais bilionárias que manifestam escancaradamente seu apoio à causa, controladas por Oligarquias riquíssimas que, curiosamente, são a expressão máxima das famílias tradicionais perfeitamente estáveis, na quais jamais se verá um único casamento homossexual.

As evidências de financiamento de grupos econômicos sempre dão algum trabalho, por serem algo que em geral os financiadores e financiados preferirem manter discreto. Como irão manter a ilusão de que são luta heróicas de grupos oprimidos contra toda uma sociedade opressora? Ainda mais quando estão associados à Esquerda. Mas temos alguns exemplos claros aqui.
Ford Foundation "Search Site" LGBT Rights Grants
20 Foundations and Trusts that fund LGBT programs

20 LGBT Organizations You Need to Know

Neste último, diriga-se a cada um dos sites e procure a seção de doações (donate / support). Em muitas há opções regulares de doações que podem passar de 25 mil dólares. E muitas vezes há detalhamentos em PDFs um tanto discretos. Nesses detalhamentos pode-se ver o montante movimentado, não raro de milhões de dólares anuais, e em alguns poucos há os parceiros explicitados.

7 de Julho

Em 1897, a "House of Representatives" (equivalente à Câmara dos Vereadores) do estado de Indiana, nos EUA, propôs uma estranha lei baseada numa suposta descoberta matemática que acreditava ter resolvido o clássico problema da Quadratura do Círculo (que partindo de um quadrado de área conhecida, tenta construir um círculo de idêntica área usando recursos e passos simples), o que no entanto é reconhecidamente impossível.

Oferecendo essa novidade como isenta de royalties para o sistema educacional local, ela propunha certas correções matemáticas com consequências bizarras, entre as quais arredondar, por força de lei, o valor de PI para 3,2. Graças a intervenção de matemáticos, em especial Clarence Abiathar Waldo (1852-1926), a lei não foi aprovada, pelo reconhecimento irônico de alguns representantes de que não cabia à Casa decretar verdades matemáticas.

Por sorte eles não tinham em seu meio alguém como Eduardo Cunha, que com sua incrível habilidade e recursos teria sido capaz de reapresentar o projeto com algumas variações até que, pela força do lobby, fosse enfim aprovado, se não para "enquadrar o círculo", ao menos para eliminar a incômoda diferença entre círculos e quadrados, ou para deixar o valor de PI como 3 exato, como é sugerido na Bíblia em I Reis (7:23) e II Crônicas (4:2), mostrando assim que para Deus tudo é possível.

2 de Julho

Costumo com muita frequência ter a sensação de que perder a apreciação de uma bela noite enluarada é, de alguma forma, perder um pedaço importantíssimo da vida. Chego a ter sensações de culpa por não ter podido apreciar a Lua, e o luar, por mais tempo. Como se em breve um cataclismo cósmico viesse arruinar essa nossa bela configuração astrofísica condenando noites como essa a coisa do passado.

As vezes penso em criar um religião só para me obrigar a contemplar o luar, religiosamente, ao menos sempre que for visível.

Essa foi mais uma das minha reflexões lunares, tais como as de 14 de Julho de 2014 e 21 de Abril de 2015.


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