2 0 2 1
26 de Fevereiro

Saco essa de time tal perdeu, cãopiãonato brasileiro o KCT! Ficarei M.U.T.O. mesmo é se o GODZILLA perder pro King Kong!

23 de Fevereiro

Um amigo de Facebook acabou de passar por uma horrível tragédia: a perda de um bebê de poucos meses. Não tento entrar em contato nesse momento, seria insensibilidade fazer perguntas ou até mesmo oferecer condolências num momento onde a pessoa sequer olharia sua rede social. Nessas horas, só as pessoas fisicamente próximas podem fazer alguma coisa.

Então me lembro da pequenez de nossas divergências políticas, filosóficas e ideológicas, que só parecem significativas quando as coisas realmente importantes estão garantidas. Mas em momentos assim a realidade nos mostra quais são essas coisas, que frequentemente, pela familiaridade, terminamos deixando de reiterar o verdadeiro valor.

Daqui, só posso torcer para que esse amigo tenha forças para atravessar essa provação, que encontre abrigo e suporte nas pessoas mais próximas, que sua fé seja maior que a tragédia.

E se ele quiser conversar, estarei a disposição, e se isso puder ajudar alguma cosia, esteja certo que compartilho deste sofrimento.

Obs: quem não souber de quem se trata, favor não perguntar aqui. Aproveite o conteúdo geral desta mensagem.

21 de Fevereiro - 18:06

As fontes estão no primeiro comentário do link original. Essa é a nova "heróina da lacração".

Pensar a História
21 de Janeiro

A empresária Luiza Trajano é a segunda mulher mais rica do Brasil, com uma fortuna estimada em 5,6 bilhões de dólares - mais de 30 bilhões de reais. É proprietária do Magazine Luiza, rede varejista que possui mais de mil lojas espalhadas por 18 estados do Brasil e forte presença no comércio eletrônico, responsável por produzir quase um bilhão de reais de lucro em 2019.

Luiza Trajano herdou a Magazine Luiza de seus tios, que fundaram a rede varejista em 1957. A empresária ocupou o cargo de diretora-superintendente na empresa da família até 1991, quando assumiu a presidência. A rede teve um crescimento expressivo a partir da década de 1990, fomentado por estratégias de marketing bem sucedidas e por uma série de parcerias com instituições financeiras como o Banco Itaú e o grupo Cardif. O holding Magazine Luiza ingressou no setor de fintech, passando a oferecer financiamentos, crediários e seguros, além de estabelecer uma estratégia agressiva de aquisição de redes varejistas menores. Em 2011, Luiza abriu oferta pública de ações, listando a companhia na BM&FBovespa. Desde então, o Magazine Luiza se consolidou como a rede varejista mais valorizada na bolsa de valores.

A extraordinária trajetória ascendente do Magazine Luiza angariou farta admiração à sua proprietária. Luiza Trajano passou a ser incensada por palestrantes e ideólogos do livre mercado como um exemplo de empreendedorismo - um "case de sucesso" de construção de fortuna por meio da meritocracia e da competência gerencial. O crescimento do patrimônio de Luiza Trajano, entretanto, está menos ligado à inovação do que à adoção de práticas comerciais ilícitas ou contestáveis - incluindo manipulação do mercado de ações, estratégias de dumping, concorrência desleal e exploração implacável de seus funcionários. Em 2020, por exemplo, a rede Magazine Luiza recebeu uma multa de 10 milhões de reais, aplicada pelo PROCON de Minas Gerais, pela realização de cobranças indevidas de seguros e produtos não contratados em faturas de cartões de crédito. O PROCON estima que a empresa tenha amealhando mais de um bilhão de reais apenas com essa prática ilegal.

O Magazine Luiza também esteve entre as corporações que mais concentraram reclamações trabalhistas no setor de varejo desde os anos noventa. Somente em 2013, a empresa enfrentou 1.959 processos trabalhistas. A essa altura, já tinha acumulado 87 autuações do Ministério do Trabalho e firmado nove termos de ajustamento de conduta com o Ministério Público. As reclamações versavam sobre jornadas de trabalho excessivas, descumprimento dos intervalos previstos em lei, retenção parcial dos salários e benefícios, descontos irregulares nas folhas de pagamento, abuso do poder diretivo do empregador, assédio moral, assédio sexual, etc. Em 2012, o Magazine Luiza foi condenado pela Justiça do Trabalho a pagar multa de 1,5 milhão de reais pela prática de dumping social, que consiste em eliminar direitos trabalhistas para diminuir os encargos e aumentar a competitividade. A empresa recorreu, mas a condenação foi confirmada em segunda instância. Comprovou-se durante o julgamento que os funcionários da empresa eram obrigados a trabalhar mais de 12 horas por dia e aos domingos, sem amparo da convenção coletiva da categoria.

O crescimento da rede Magazine Luiza foi em grande parte impulsionado pela expansão do consumo e do aumento do poder de compra da população brasileira durante os governos do PT. Essa conjuntura favoreceu a aproximação entre a empresária e o governo Dilma Rousseff - que chegou a indicá-la para presidir o Conselho Público Olímpico. Luiza angariou a simpatia de muitos petistas ao sustentar um discurso dissonante da narrativa midiática majoritária sobre a crise do varejo no segundo mandato de Dilma. Não obstante, quando a presidente perdeu sustentação política e foi apeada do cargo pelo golpe parlamentar de 2016, a empresária não apenas se recusou a apoiá-la como se aproximou imediatamente de seu sucessor, Michel Temer, passando a endossar o discurso da necessidade de implementar as reformas impopulares.

Luiza Trajano deu apoio integral à reforma trabalhista do governo Temer, alegando ser uma medida necessária pra dinamizar o mercado de trabalho e gerar milhões de empregos. A reforma, entretanto, gerou apenas aumento do desemprego e da informalidade. Além de remover direitos e extinguir órgãos de fiscalização, a reforma burocratizou e encareceu a abertura de ações trabalhistas. Para o Magazine Luiza, foi um ótimo negócio, resultando em uma queda de 70% no número de reclamações trabalhistas movidas contra a empresa. Ainda em 2017, Luiza Trajano apoiou a Lei da Terceirização, que via como "necessária para aumentar a produtividade da economia". A lei autorizava empresas a contratarem funcionários terceirizados para executar atividades-fim. Novamente, o Magazine Luiza se beneficiou enormemente da reforma, passando a substituir seus funcionários celetistas por trabalhadores com contratos de trabalho intermitente.

Luiza Trajano também defendeu a reforma da previdência, afirmando que se tratava de medida imprescindível para o ajuste fiscal e para impulsionar o crescimento econômico. Muito criticada pelos movimentos sociais que a definiram como "lei do fim da aposentadoria", a reforma foi aprovada pelo governo de Jair Bolsonaro em 2019. Entre as mudanças, está o aumento da idade mínima para a aposentadoria (62 anos para mulheres e 65 anos para homens) e a instituição de tempo mínimo de 20 anos de contribuição para ter direito ao benefício do INSS.

Luiza Trajano segue apoiando as reformas levadas a cabo desde o golpe parlamentar de 2016. A empresária já deu seu apoio à reforma administrativa, que visa sucatear os serviços públicos e impulsionar o desmonte do funcionalismo. Também manifestou apoio à reforma tributária, que pretende manter intocados os impostos regressivos e a alta carga tributária sobre a renda dos pobres e da classe média. Ademais, Luiza Trajano criou um grupo de empresários e banqueiros chamado Manifesto Convergência Brasil, que tem por objetivo articular o processo de privatização das estatais brasileiras. A bilionária tem interesse especial na aquisição dos Correios, tendo defendido abertamente a privatização da cadeia logística da estatal, vista como estratégica para controlar todas as etapas de comercialização dos produtos ofertados pela holding Magazine Luiza.

Malgrado esse vasto histórico de ações predatórias, Luiza Trajano tem conseguido mascarar os empreendimentos nocivos sob um falso verniz de progressismo. A empresa tem investido em ações de marketing mirando em nichos estratégicos do liberalismo identitário como forma de interditar críticas e angariar a simpatia do público progressista. A própria Luiza Trajano passou a se identificar como "feminista" e, ao lado de outras 40 empresárias, fundou uma ONG dedicada à promoção da igualdade de gênero e formação de lideranças corporativas femininas, além de criar cotas para mulheres nos conselhos da holding Magazine Luiza. Em 2017, "Lu", a mascote virtual da empresa, "assumiu-se" bissexual. O Magazine Luiza também publicou um vídeo com uma funcionária transexual nas vésperas das paradas do orgulho LGBT de 2018 - financiadas pela empresa em troca de espaço publicitário nos eventos. E em setembro de 2020, o Magazine Luiza anunciou que o programa de trainees em 2021 seria dedicado exclusivamente a candidatos negros, com o objetivo de "consolidar a diversidade corporativa".

A estratégia foi tão bem sucedida que quando Washington Quaquá, vice-presidente do PT, teve a infeliz ideia de propor que Luiza Trajano integrasse uma chapa com Fernando Haddad para disputar a Presidência da República em 2022, muitos correligionários do partido aplaudiram com entusiasmo. Muitos petistas ingenuamente justificaram o apoio citando episódios como a suposta boa vontade da empresária em adquirir vacinas contra o covid-19 - numa ação que mais parece um ensaio para a futura privatização do Sistema Único de Saúde - ou o fato de que ela não demitiu nenhum funcionário durante a pandemia - o que seria absurdo, haja vista o aumento de 148,5% das vendas online do Magazine Luiza durante a pandemia, um salto de 70% no lucro da empresa. Poucos se recordaram da reveladora entrevista da bilionária ao Roda Viva, em que ela afirma ser contra a taxação de grandes fortunas. "Não pode só taxar pelo fato de taxar", disse Luiza, justificando em seguida seu temor de que o dinheiro "seja usado de forma indiscriminada e ineficaz pelo governo". A solução, diz a bilionária, é fortalecer a "cultura da doação" - isso é, dar incentivos fiscais para que os ricos façam caridade - quando e se quiserem.

Enquanto recebe confetes de uma esquerda desorientada no espaço e no tempo, Luiza Trajano continua a consolidar seu império com uma velocidade assustadora. Entre 2015 e 2019, as ações do Magazine Luiza subiram 18.000%. O patrimônio pessoal da empresária cresceu 181% em um intervalo de apenas dois anos. Entre 2019 e 2020, Luiza saltou 16 posições no ranking de bilionários brasileiros da Forbes. É dinheiro suficiente para que os bisnetos dos seus bisnetos nunca precisem trabalhar - o que, certamente, deve facilitar o apoio enfático que a bilionária tem dado à política de escravização moderna dos trabalhadores que compram seus produtos e ajudam a edificar sua fortuna.


21 de Fevereiro - 15:49

Terraplanista não pode falar em "Globalismo", tem que falar em "Circulismo".

17 de Fevereiro

Para quem não sabe, o Coronel Siqueira é um perfil fictício satírico, na rede social do passarinho azul. Uma paródia do bolsonarismo, que o jornal Estado de Minas levou a sério na reportagem em questão, ao menos até se dar conta do erro.

Já achei gafes como essa imperdoáveis, mas ultimamente estou sendo até mais tolerante. Pois não bastasse o fato de estar cada vez mais difícil separar o real do irônico, já ocorre de que mesmo as mais toscas trollagens humorísticas soarem menos insanas que as manifestações reais da demência ideológica.

Vale lembrar que os próprios bolsonaristas por muito tempo levaram o perfil do Coronel Siqueira a sério.

15 de Fevereiro


12 de Fevereiro

Não sei se é bem um "ambigrama", mas que é uma bela simetria, é!


11 de Fevereiro - 19:45


11 de Fevereiro - 16:02

Quer ver o quanto Bolsonaro é uma cadela submissa ao globalismo e ao mercado financeiro?

Ao recusar a lista tríplice e colocar Augusto Aras na PGR, Bolsonaro agiu no sentido de violar a independência da procuradoria e colocar alguém de sua confiança. O mesmo fez em mais de um cargo de alto escalão das polícias, no afã de proteger os crimes de seus filhos, ao ponto de romper até mesmo com o juiz criminoso Sérgio Moro.

Isso se soma ao fato de indicações absolutamente não técnicas e completamente controversas à ministérios e secretarias, ao ponto de colocar um analfabeto funcional no Ministério da Educação, um esquizofrênico no Itamaraty destruindo por completo nossa imagem internacional, e por pouco não colocando o próprio filho como embaixador dos EUA! Sem contar o desastre que tem sido a gestão da pandemia, ignorando todo e qualquer critério técnico e científico em prol de pura e simples interesse político no pior sentido da palavra.

Seus bolsomínions, no entanto, não veem problema algum em nada disso. Pelo contrário, pois significaria alguém que impõe sua vontade à revelia de "tecnicalidades" e representaria melhor a vontade de seu eleitorado.

Mas aí me vem a Independência do Banco Central e, vejam só, de repente tudo o que temos são critérios técnicos! Na absoluta inversão de tudo o que foi feito até agora, desta vez, não deveria haver interferência política na economia, e os supostos "especialistas" iluminados do mercado financeiro ficam com ainda mais autonomia para fazer o que bem quiserem de nossas vidas enquanto o presidente que nada entende de economia, e um ministro da economia que entende menos ainda, se isentam de qualquer agência no mais crucial dos ministérios.

Então aí está. O tal presidente "phodão" que quer mandar onde não deve e nunca deu a mínima para devidos processos e formalidades que assegurem a independência das instituições, ao ponto de ter uma corja de apoiadores que defendem fechamento do Judiciário e do Legislativo, no tocante à questão econômica, que é a mais crucial de todas, é um capachinho submisso pronto a atender de imediato todos os caprichos dos viciados em jogo que apostam nossas economias no cassino financeiro.

10 de Fevereiro

Dentre as mais incríveis façanhas da quadrilha Bolsoguedes, está conseguirem me fazer gostar de Felipe Neto, Kim Kataguiri, e agora, até mesmo, José Serra!

Banco Central: quando autonomia significa mais desigualdade, por José Serra

3 de Fevereiro

Há muito não toco no assunto, mas que não se esqueça: bolsonarismo não é posição ideológico política, é doença mental!

1 de Fevereiro

Uma das mais interessantes inconsistências liberais é o seu frequente apoio ao Imperialismo Norte Americano.

Os mesmos que detratam o Estado como monopolista da violência, criticam a regulação do armamento civil, e que pregam o Princípio de Não Agressão, não raro apoiam entusiasticamente um país que elegeu a si próprio como o Estado Mundial, a polícia do mundo, regulando o armamento das nações ao ponto de dizer quem pode ou não ter os armamentos que eles querem monopolizar, e que já agrediu UNILATERALMENTE dezenas de países sob esse pretexto de monopolista da violência, tirando dos povos o direito a legítima defesa, sem contar as mil e uma sanções econômicas que prejudicam o livre mercado, que, segundo eles, a tudo resolveria.

Isso tudo, claro, sem que sequer tenha havido um pacto internacional que os elegeu para tal.

Ou talvez isso nem seja tão inconsistente assim, se observamos os resultados práticos, e previsíveis, das doutrinas liberais.

Ora, os EUA não são a 'polícia', e sim A MILÍCIA do mundo, e milícias infalivelmente surgem perante o vácuo do poder estatal. Não é possível chegar a idade adulta e ignorar esse fato sinceramente. Assim, a anarquia sempre tendo como resultado o surgimento de grupos paramilitares, no contexto de ausência de um Estado Global, não se esperaria outra coisa.

No entanto, sequer o princípio da concorrência entre tais milícias tais liberais parecem defender, uma vez que estão sempre prontos a rejeitar iniciativas de outras potências militares, por mais tímidas que sejam, em benefício de uma potência miliciana global única! Basta um mísero aceno chinês, russo, ou norte coreano a respeito de independência militar, para que imediatamente já alardeiem perigos atrozes a ameaçar todo o mundo, mesmo que tais países jamais tenham se aventurado fora de seus limites fronteiriços e costeiros.

Enquanto isso, os únicos países que efetivamente agrediram povos nos quatro cantos do mundo, todos da OTAN, são isentados de críticas!

Claro. Sei muito bem que Liberalismo não é defesa de liberdades humanas coisíssima nenhuma, mas sim a defesa dos interesses de elites poderosas. Mas se fingirmos que os liberais realmente estejam interessados em qualquer coisa virtuosa e confessável, como é possível articular um argumento que sustente que é a super potência que foi ao outro lado do mundo para chacinar quase 20% da população de um país seja o "good guy" da história? E que qualquer iniciativa dos sobreviventes dessa chacina, traumatizados, desenvolvam armamentos defensivos, não pode ser tolerada porque "ameaça a paz mundial", mesmo que jamais tenham agredido ninguém além de suas fronteiras?

Isso não merece outro nome além de perfídia. A mesma atitude que, por muito menos, numa ambientação ficcional, sacramenta a vilania de forma inconfundível e consensual, quando executada no mundo real, de repente é invertida! O fato do Império Galáctico em Star Wars ter aniquilado o planeta Alderan é proporcionalmente insignificante (numa galáxia de quatrilhões de habitantes) comparado ao número de mortes que os EUA e seus aliados já promoveram mundo real afora!

Como eu digo, costumamos ser levados ao erro por ignorância, mas quando temos a oportunidade de nos corrigir, se permanecemos no erro, é por orgulho, e a manutenção desse erro, infalivelmente leva à perversidade.

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